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sábado, 16 de maio de 2009

Ditadura quilombola

Ou o que chamam Democracia!

Recebemos da organização “Nação Mestiça” um e-mail que relata como procedem os aliados da Seppir, a Secretaria de Promoção Igualdade Racial da Presidência da Republica.

“A II Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas, encerrou-se dia 09/05. Com muitas manobras, os aliados da SEPPIR (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República) conseguiram todas as vagas para a Conferência Nacional. Quando ia ser iniciada a discussão sobre as propostas, a polícia de choque fez uma fila separando o movimento negro do movimento mestiço.

“Os 'quilombolas' e outras pessoas do movimento negro, alguns deles conhecidos militantes do PT e do PCdoB, votaram contra propostas que incluíam a palavra mestiço e caboclo. Nas propostas que vieram da municipal de Manaus e que incluíam a palavra caboclo, votaram pela retirada da palavra. Como a conferência estava se prolongando muito e os delegados deles já deviam estar cansados, aprovaram que a votação das propostas seria por bloco, ou seja, tudo ou nada. No bloco das propostas do grupo de Controle Social, que tivera maioria de mestiços e vieram com diversas propostas citando a palavra mestiço e caboclo, eles votaram contra todo o bloco, de modo que o Relatório Final da conferência do AM não terá propostas do grupo do Controle Social. Este foi o único bloco que não foi aprovado”.

“Os movimentos negros apresentaram oito candidatos que ficaram com as oito vagas da sociedade civil para a próxima Conferência Nacional”.

“Aprovaram também uma moção contra o movimento mestiço e contra o FORAFRO - que são contrários a cotas raciais e a favor de cotas sociais”.

“Algumas pessoas não suportaram os constrangimentos e discriminações e se retiraram do evento, O movimento mestiço permaneceu até o fim lutando contra essa política de divisão racial do país - e continuará lutando”.

Diz ainda o documento que só conseguiram participar do evento porque chamaram a imprensa para estar presente.

É com atitudes como essa que se constrói a “democracia” do movimento quilombola que visa implantar no País – isto sim -a guerra de raças, o confisco rural e urbano e o coletivismo, como ficou demonstrado no livro “A Revolução Quilombola” do jornalista Nelson Ramos Barretto, que o Movimento Paz no Campo vem divulgando por todo o Brasil e do qual já se esgotaram duas edições em poucos meses.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Associação dos Oficiais da Brigada Militar manifesta apoio ao procurador gaúcho Gilberto Thums

A Associação dos Oficiais da Brigada Militar divulgou nesta segunda-feira 13 de abril uma nota de apoio ao Procurador de Justiça Gilberto Thums, que na semana passada, informou que irá se afastar das questões que envolvem o Movimento dos Sem-Terra (MST) por estar sofrendo pressões insuportáveis de entidades de direitos humanos. Por sua coragem e lucidez o manifesto merece todo nosso apoio.

Abaixo, a nota

A Associação dos Oficiais da Brigada Militar vem a público manifestar seu apoio às iniciativas de restabelecimento das normas constitucionais e infraconstitucionais realizadas pelo Ministério Público do Estado do RS, em especial, pela iniciativa do procurador de justiça Gilberto Thums, em face das reiteradas ações de desrespeito à integridade física e do direito à propriedade perpetrada por chamados 'movimentos sociais' encabeçados pelo MST.

O histórico de esbulho e destruição deste autodenominado 'movimento social', que não passa de um movimento organizado que busca a instauração de um Estado totalitário em nosso país, requer do poder público, em especial do fiscal da lei, o MP, ações eficazes para que a lei não reste desmoralizada e o direito de cada cidadão de viver em paz em sua propriedade, no campo e na cidade seja respeitado.

O desgaste institucional do Ministério Público é uma mera decorrência de sua função, assim como nós, Policiais Militares, que apesar de ver nosso sangue derramado pelas ações criminosas do MST, convivemos com críticas ferozes de facções partidárias e organizações defensoras da desordem institucionalizada.

Nunca esqueçamos o saudoso Cabo PM Valdeci, assassinado a golpes de foice por integrantes do MST na Capital de nosso Estado, pois fatos como esse devem ser lamentados, porém não esquecidos.

É vergonhoso que o Ministério Público tenha de recuar por 'pressões' de quem desrespeita a lei, traz o terror aos produtores rurais e se coloca acima da Constituição.

N.da R. Os grifos são nossos
Fonte: Site Diego Casagrande