Uma notícia que não se esperava vindo de onde vem: O governo americano deverá receber nesta terça-feira o ex-presidente deposto de Honduras, Zelaya. Logo os americanos, que primam pela defesa das leis. Zelaya, por exemplo, perdeu o mandato depois de abusar delas e, ao contrário do que fala a comunidade internacional, não houve nenhum golpe naquele país. Mesmo se considerássemos que houve algum excesso, não houve nenhum movimento contrário às leis. Honduras apenas fez valer sua lei e sua Constituição.
A Secretária de Estado e ex-primeira dama, Hillary Clinton, deverá receber o ex-presidente deposto. Aquela democracia se recusa a conversar com o governo constituído naquele país. O problema agora passa a ser a ameaça da Nicarágua invadir militarmente o território de Honduras, culminando com uma guerra desnecessária naquele local do Globo. Nas barbas do Tio Sam. Haverá uma matança generalizada e ninguém irá separar os dois exercitos na tentativa de paz. O que interessa parece ser ainda a guerra.
Para amainar a situação, resolvem chamar para comer na mesma mesa Venezuela e Nicarágua. Mas o governo de Honduras foi claro: A batalha começará assim que seu território for invadido. Recado dado, mas não entendido. Por um lado, temos uma OEA complacente com o governo Chavez. Por outro, um governo áustero, não dado à mentiras e promessas vãs. Devem cumprir à risca a sua promessa de guerra. Se isso ocorrer, a Venezuela promete invadir Honduras com armas e artefatos bélicos. Será uma guerra que arrasará a pobre Honduras e não restará muita coisa.
Para piorar ainda mais a situação, ninguém parece dar atenção à carta maior daquela república, sinalizando que qualquer golpe poderia ser dado a qualquer momento. E que ele seria aceito por todos os países. A resposta de Honduras ao que se chamou "Traição da Pátria" da parte de Zelaya foi: "Você não é maior que a constituição de seu país. Respeite-a ou vá embora!" Logo, não houve excessos quando Zelaya quis impor sua vontade. Se ele sabia o risco que estava correndo, não houve nada mais do que a resposta que ele esperava.
Mas, para falar a verdade, para quê queremos aceitar a dominação do globo por Chavez? Ele não tem inteligência para gerir todos os processos... Aliás, é um porco imundo que chafurda em sua própria decepção. E para suas perdas financeiras não serem muito grandes, apela para que os países ao seu entorno mudem suas constituições de forma que ele possa ter mais poder político, impondo ao mundo o fracasso do comunismo. O pior deles: Baseado em no modelo populista da Coréia do Norte, com pitadas de sadismo presente no modelo soviético de Stálin.
Não aceitar que um golpe seja dado na constituição. Não podemos mais aceitar que governos autocráticos surjam, ainda mais com o apoio de Chavez. Não podemos mais aceitar que um louco queira dominar o mundo. Se aceitarmos, veremos crescer gente como Ahmadinejad ou o louco atômico da Coreia do Norte, Piongiang. Não podemos mais aceitar que gente possa brincar com a vida humana. Não podemos mais aceitar o declínio da Democracia para que voltemos a ser uma nação dividida e sem rumo. Não podemos aceitar voltar à idade da pedra lascada. Não podemos.
Aceitar a volta de Zelaya é aceitar Chavez com suas maluquices. Aceitar a volta de um inconsequente é aceitar Ahmadinejad, querendo destruir Israel e seus aliados (incluindo-se ai os EUA). Aceitar Zelaya é aceitar Piongiang com suas bombas atômicas, a ameaçar o mundo. Aceitar a quebra de uma constutuição é pagar um preço por demais elevado. Logo os EUA para aceitarem isso, aqueles que aceitam a morte mas não o desrespeito de sua carta...
Tomara que não aceitem a imposição de Chavez. Se aceitarem, verão com mísseis se retoma a liberdade e a democracia... Isso é, se eles não perderem a guerra antes...
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domingo, 5 de julho de 2009
Chavez quer dominar a AL... Consegue?
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sábado, 4 de julho de 2009
Liberdade em jogo com Zelaya
Enquanto Honduras ainda sofre as sanções da ONU de Barack Obama, Venezuela ganha mimos do presidente americano e do resto do mundo. Onde será que queremos chegar quando o assunto é liberdade?
Não podemos discutir liberdades com quem não é a vox populi, porque esta é sempre o direito de liberdade. Logo, não podemos dar o apoio àqueles que violam os direitos que são invioláveis. Mas assim o fazemos nestes últimos tempos. O nosso direito é violado na Venezuela, em Cuba e em tantos outros lugares onde a liberdade é praticamente uma palavra proibida.
Ou seja, será licito dar apoio à Mahmoud Ahmadinejad? Ele venceu em uma eleição "livre". E o que falar de Hugo Chavez? Talvez o melhor caso seja mesmo o do ditador Iraquiano Sadam Hussein, eleito com 100% de aprovação.
Mas todos estes candidatos não são amigos da democracia, muito menos da liberdade. Sadan, a despeito de ter sido destituído do poder com o uso de forças militares, era um assassino frio e calculista. Matou o cunhado na frente de sua irmã. Batia nos iraquianos de forma vil, por sinal o ditador era sádico, ou seja, tinha prazer na dor alheia.
Em Honduras, a Constituição fala em destituição nos casos em que o mandatário tentar unma reeleição. E, parece, é uma cláusula pétrea. O presidente daquele país, a exemplo de Hugo Chavez, queria mandar mais do que a própria lei. E por isso foi destituído do cargo. Não houve, ali, um "assassinato da carta". E foi certamente destituído pelo Judiciário e o Legislativo. Zelaya queria poderes ilimitados. O problema é que a OEAS achou que isto era o mesmo que um golpe e não era, pois o novo governo já programou novas eleições para breve.
Golpe é o que aconteceu na Venezuela. O Presidente exerce cargo "vitalício" e ameaça quem for contra ele, ameaçando tirar o emprego. Um mandato de 7 anos seria suficiente para que um presidente buscasse um rumo de governo que julgasse correto. Mas lá, Hugo Chavez manda mais que as leis. Manda mais que o Papa. Vive ameaçando os EUA, que lhe compram o petróleo e financiam sua atitude tresloucada. Toma propriedades ao seu bel prazer... Mas não há nenhuma resolução contra seu governo amparada pela ONU ou OEA.
Então que órgão é esse, que mede atos com um sistema e pune ou aplaude com outra?
Dessa maneira, não precisamos mais de nenhum destes órgãos. Pior é apoiar a volta de Zelaya, pois este terá certeza de que seus atos são mesmo os melhores e mais corretos de serem aplaudidos. Logo, ele instaura nova "revolução bolivariana" na AL e, dai para frente, não teremos mais nenhum tipo de liberdade civil.
Não podemos discutir liberdades com quem não é a vox populi, porque esta é sempre o direito de liberdade. Logo, não podemos dar o apoio àqueles que violam os direitos que são invioláveis. Mas assim o fazemos nestes últimos tempos. O nosso direito é violado na Venezuela, em Cuba e em tantos outros lugares onde a liberdade é praticamente uma palavra proibida.
Ou seja, será licito dar apoio à Mahmoud Ahmadinejad? Ele venceu em uma eleição "livre". E o que falar de Hugo Chavez? Talvez o melhor caso seja mesmo o do ditador Iraquiano Sadam Hussein, eleito com 100% de aprovação.
Mas todos estes candidatos não são amigos da democracia, muito menos da liberdade. Sadan, a despeito de ter sido destituído do poder com o uso de forças militares, era um assassino frio e calculista. Matou o cunhado na frente de sua irmã. Batia nos iraquianos de forma vil, por sinal o ditador era sádico, ou seja, tinha prazer na dor alheia.
Em Honduras, a Constituição fala em destituição nos casos em que o mandatário tentar unma reeleição. E, parece, é uma cláusula pétrea. O presidente daquele país, a exemplo de Hugo Chavez, queria mandar mais do que a própria lei. E por isso foi destituído do cargo. Não houve, ali, um "assassinato da carta". E foi certamente destituído pelo Judiciário e o Legislativo. Zelaya queria poderes ilimitados. O problema é que a OEAS achou que isto era o mesmo que um golpe e não era, pois o novo governo já programou novas eleições para breve.
Golpe é o que aconteceu na Venezuela. O Presidente exerce cargo "vitalício" e ameaça quem for contra ele, ameaçando tirar o emprego. Um mandato de 7 anos seria suficiente para que um presidente buscasse um rumo de governo que julgasse correto. Mas lá, Hugo Chavez manda mais que as leis. Manda mais que o Papa. Vive ameaçando os EUA, que lhe compram o petróleo e financiam sua atitude tresloucada. Toma propriedades ao seu bel prazer... Mas não há nenhuma resolução contra seu governo amparada pela ONU ou OEA.
Então que órgão é esse, que mede atos com um sistema e pune ou aplaude com outra?
Dessa maneira, não precisamos mais de nenhum destes órgãos. Pior é apoiar a volta de Zelaya, pois este terá certeza de que seus atos são mesmo os melhores e mais corretos de serem aplaudidos. Logo, ele instaura nova "revolução bolivariana" na AL e, dai para frente, não teremos mais nenhum tipo de liberdade civil.
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