Amigos leitores, tenho reparado que minha audiência neste Blog é pequena, porém, tem uma média de 11 leitores diários. No meu Twitter, a coisa muda de figura. São mais de 20 "tuíteiros" que recebem minhas atualizações, até de gente no Irã! Para tornar mais comunicável, posto algumas coisas em inglês. Parece que lá as pessoas têm me dado ouvidos...
Não reclamo das duas pequenas audiências. Ambas têm públicos diferentes. Mas não há como qualificar meus leitores. A única maneira de fazer isso seria perguntando. Mas no Twitter, isso não é possível fazer. Às vezes chamo a atenção dos leitores deste blog para bo conteúdo do Twitter, outras aos leitores de lá para que venham debater comigo aqui... Pensei em uma ferramente complementar à outra. Parece que vem surtindo o resultado esperado.
Então pensei em uma mudança para breve: Como meu aniversário é em Outubro, estava pensando em qualificar meus leitores para colocar aqui algum anúncio. Nada que custe mais que R$ 12, visto que ainda não qualifiquei, mas que pretendo chegar a uma fórmula que renda ao primeiro anunciante um espaço que ficará disponível, com uma atualização mensal, até 12 meses. Depois, conforme for o resultado disso, posso continuar ou acabar a campanha. Para que isso funcione a contento, vou esperar alguma proposta até Outubro, dia do meu aniversário.
A proposta tem tudo para dar certo. Os leitores deste blog são basicamente os mesmos de sempre. Minha audiência é auditada (esses contadores, mas com relatórios que posso fornecer ao meu anunciante) e será quase de graça (R$ 12 por ano, é UM REAL por mês). Com as possibilidades que isso gera... E isso considerado que você poderia sublocar seu espaço, ganhando dinheiro com a oferta.
Tudo isso faz parte de uma estratégia mais interessante, que é a de criar um espaço futuro pago (dai a necessidade de se criar a publicidade), em um novo site. Nesse sentido, este meu primeiro anunciante teria um espaço cativo no novo endereço, por um preço bem legal. Você não queria uma oportunidade dessas?
Isto porque ainda não contei muito com a publicidade para anunciar este endereço. Logo, ambos os números são bons. Dentro em breve vocês verão este endereço com mais leitores e ai as possibilidades serão inúmeras...
Espero que vocês continuem me acompanhando. Tem coisas que prometi à vocês, mas ainda não cumpri (como foi o caso da velha 25 da obra do Prefeito), mas vocês verão que, na medida do possível, começarei a publicar, aqui, algum vídeo como "repórter", apresentando os resultados da fase 2 deste espaço. A intenção é tornar isto aqui ainda mais interativo. Breve vocês poderão sugerir reportagens ou comentários meus sobre problemas do cotidiano.
Fiquem ligados. A qualquer hora eu deslancho uma nova mudança e, o que era novo será antigo! Mas nada que levem os diletos leitores a mudar de casa porque mudei de assunto. Só vou mudar alguma coisa para melhorar.
UM forte abraço!
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Crise no estado do Pará
Conforme adiantado por este poster em matéria redigida tempos atrás, o estado está mesmo em vias de demitir gente. O PT, que antigamente só verberava sobre aumento de salários e empregos, agora precisa falar a verdade. E o que é a verdade?
Todos os jornalistas sérios que conheço sabem de uma coisa, pelo menos: Verdades acabam amizades. Mentiras ajudam a ganhar dinheiro e poder. Era assim na época dos antigos Mecenas, como Lourenço de Medici, patrono da arte. Chegou-se a tanto que Galileu inventou um aparelho para que um mecenas pudesse ver as estrelas que haviam surgido nos céus para ele, batizadas com o nome de cada um de seus 4 filhos. Claro, uma mentira criada para lhe dar poder. E claro, desde muito antes, mentiras trazem poder ao contrário da verdade.
Hoje, na crise econômica que habita o nosso dia-a-dia, mentiras valem mais que simplesmente poder e dinheiro. É o que parece que foi usado quando o PT logrou-se vencedor do sufrágio. Logo nos primeiros atos, o governo estadual mandou ver na publicidade: "Salário cresce mais que inflação". Hoje, tem gente reclamando a verdade nos contratos, uma vez que há gente recebendo valores inferiores ao salário mínimo. E a publicidade anuncia que vivemos em uma terra de direitos...
A quem desinteressa a luta pela anunciação da verdade? Sempre desinteressa a quem tem poder. No projeto de criação do Conselho Federal de Jornalismo, o presidente queria que apenas fossem anunciadas as notícias que fossem do interesse do governo federal. Porquê? Por que lhe trazem mais poder, faz com que a publicidade encontre mais eco na imprensa. E se, sempre o que o governo falar for verdade, massificando-a com a publicidade oficial, não teremos mais crises, nem roubos, nem medos. Só que todos sabemos que isso não é verdade.
A verdade, diga-se, é o produto dos fatos. Tudo aquilo que sabemos que vai acontecer - e acontece -, as coisas que já passaram pela realidade do hoje e agora pousam sob a sombra do ontem e que jamais deixará de ser. Como diz a Bíblia, "a verdade o libertará". E, como o contrário de seu antônimo, a mentira escraviza. Obriga as pessoas a serem sempre as mesmas enganadoras, falsas como uma cédula de R$ 3, obriga a contar cada vez mais mentiras e, ao final, transforma seu passageiro em uma figura histórica sem valor. Valor que, diga-se, seja verdadeiro desde a concepção. A falsidade não é um valor ao qual devamos respeitar.
Façamos assim: Sempre que surgir uma questão, colocamo-la às vistas da lei. Quando o interessado sempre for um governante ou aspirante à tal, devemos questionar seu valor. Quando houver algum interesse em macular a verdade dos fatos, sempre teremos que investigar o que acontece verdadeiramente, por debaixo dos panos, ainda que seja. E tenhamos a coragem em divulgar o seu valor. Sejamos francos: A verdade nos faz mais nobres.
Ou, como diria o profeta, a verdade nos aproxima de Deus, assim como quando perdoamos alguém por alguma coisa.
Todos os jornalistas sérios que conheço sabem de uma coisa, pelo menos: Verdades acabam amizades. Mentiras ajudam a ganhar dinheiro e poder. Era assim na época dos antigos Mecenas, como Lourenço de Medici, patrono da arte. Chegou-se a tanto que Galileu inventou um aparelho para que um mecenas pudesse ver as estrelas que haviam surgido nos céus para ele, batizadas com o nome de cada um de seus 4 filhos. Claro, uma mentira criada para lhe dar poder. E claro, desde muito antes, mentiras trazem poder ao contrário da verdade.
Hoje, na crise econômica que habita o nosso dia-a-dia, mentiras valem mais que simplesmente poder e dinheiro. É o que parece que foi usado quando o PT logrou-se vencedor do sufrágio. Logo nos primeiros atos, o governo estadual mandou ver na publicidade: "Salário cresce mais que inflação". Hoje, tem gente reclamando a verdade nos contratos, uma vez que há gente recebendo valores inferiores ao salário mínimo. E a publicidade anuncia que vivemos em uma terra de direitos...
A quem desinteressa a luta pela anunciação da verdade? Sempre desinteressa a quem tem poder. No projeto de criação do Conselho Federal de Jornalismo, o presidente queria que apenas fossem anunciadas as notícias que fossem do interesse do governo federal. Porquê? Por que lhe trazem mais poder, faz com que a publicidade encontre mais eco na imprensa. E se, sempre o que o governo falar for verdade, massificando-a com a publicidade oficial, não teremos mais crises, nem roubos, nem medos. Só que todos sabemos que isso não é verdade.
A verdade, diga-se, é o produto dos fatos. Tudo aquilo que sabemos que vai acontecer - e acontece -, as coisas que já passaram pela realidade do hoje e agora pousam sob a sombra do ontem e que jamais deixará de ser. Como diz a Bíblia, "a verdade o libertará". E, como o contrário de seu antônimo, a mentira escraviza. Obriga as pessoas a serem sempre as mesmas enganadoras, falsas como uma cédula de R$ 3, obriga a contar cada vez mais mentiras e, ao final, transforma seu passageiro em uma figura histórica sem valor. Valor que, diga-se, seja verdadeiro desde a concepção. A falsidade não é um valor ao qual devamos respeitar.
Façamos assim: Sempre que surgir uma questão, colocamo-la às vistas da lei. Quando o interessado sempre for um governante ou aspirante à tal, devemos questionar seu valor. Quando houver algum interesse em macular a verdade dos fatos, sempre teremos que investigar o que acontece verdadeiramente, por debaixo dos panos, ainda que seja. E tenhamos a coragem em divulgar o seu valor. Sejamos francos: A verdade nos faz mais nobres.
Ou, como diria o profeta, a verdade nos aproxima de Deus, assim como quando perdoamos alguém por alguma coisa.
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