http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=xrhGBHcPmrE
Li hoje um comentário pertinente sobre minha avaliação acerca do aquecimento global em post anterior a este. Trata-se de um debate que já tinha assistido com o meteorologista Molion. Ele fala que não dá para simplesmente reduzir a emissão de CO² já que os ciclos naturais permaneceriam do mesmo tamanho. As temperaturas do planeta Terra são cíclicas e às vezes tendem a aumentar e outras a diminuir. Para quem não entende, pesquise o histórico climático do planeta (já que elas já foram altas mesmo antes da Revolução Industrial) e saberá que estamos passando por um ciclo de temperaturas mais ameno. Pode ser verdade o que andam espalhando por aí à boca miúda de que alguém quer nos culpar e fazer com que paremos de progredir — e segundo afirmam outros tantos, querem reduzir a população mundial em mais de 5/6.
Não gosto de pensar que isto é uma espécie de realização de profecias bíblicas. Lembrem-se que lá está escrito: "Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras. Não te assustes, pois não é o fim ainda. Tudo isso será o começo das dores". No mesmo livro podemos ler que "haverá em diversos lugares fomes e terremotos". Vocês podem achar isso em Mateus 24.
Com vocês a história que conta Molion
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Retorno do Philósofo
Olá amigos leitores. Estou tentando retornar aos poucos a este Blog com um pouco mais de realidade. Sob um novo tema, "A verdade liberta", descrito há mais de 2000 anos por Pedro, em verso que pode ser lido na Bíblia em João 8:32, resolvo aqui retomar o projeto inicial de distribuição do conhecimento de forma a fazer aparecer essa verdade que teimam em nos esconder. Esta semana vou publicar um manifesto que está sendo distribuido pela rede através da ONG Paz no Campo, em carta enviada a uns poucos associados que aceitam recebê-la. Ela retrata uma verdade que assusta devido ao conteúdo. Poucos acreditarão nela, não me importo, mas é uma verdade inconteste. Para quem não entende, uma pena que possa ser manipulável. Pena porque existem fatos capazes de mudar tanto a vida das pessoas que muitas delas, não acreditando em seu conteúdo, tendem a se matar. Basta voltarmos atrás ao caso do acelerador de partículas. Teve gente que provocou o suicídio!
Atentemos para o fato de que o nosso autor, que não é o "guia" de alguns, mas uma pessoa de importante imagem para a comunidade científica. Ele relata que estamos vivendo "sob o século da mentira", quando nos informa que o aquecimento global é a "maior e mais bem-sucedida fraude pseudo-científica que já vi em minha longa vida de físico". Pelo fato de milhares se venderem por alguns punhados de dólares, mente-se que somos nós os responsáveis pelo aumento da temperatura no Planeta. Não somos.
É interessante ler a carta que ele escreveu para a Sociedade Americana de Física, quando ele renuncia à comunidade. É interesante ver, também, os títulos que ele possui. Basta pesquisar um pouco e ver que não é um simples senhor que ascendeu do interior e ganhou fama momentânea. Extrapola fronteiras e afirma que um físico viveria de sua produção científica e não receberia alguns milhares de dólares e, hoje, recebe trilhões. Não é irresponsável, por tanto, pois afirma se envergonhar do após sua época. Envereda-se por caminhos árduos, mas confirma que aquilo que se acha irresponsabilidade é, na verdade, a maior verdade de todos os tempos.
Estamos vivendo, acredito eu, sob a época da catástrofe, da irracionalidade e da mesquinhez do homem, que deseja o poder concentrado em suas mãos. Mas já vimos o final desta história antes: Quando o homem quis fazer um arranha-céu, este caiu (na "torre de Babel"). Creio que o mesmo deve acontecer agora, quando o homem tenta se voltar contra o Criador.
Todos os cientistas sabem que há um ciclo climático do Sol, que se altera de tempos em tempos. E, agora, ele se encontra em aclive. O que o homem tem a ver com isso? NADA.
Mas ainda tem gente que acredita que tem...
Com vocês, o físico Hal Lewis.
Atentemos para o fato de que o nosso autor, que não é o "guia" de alguns, mas uma pessoa de importante imagem para a comunidade científica. Ele relata que estamos vivendo "sob o século da mentira", quando nos informa que o aquecimento global é a "maior e mais bem-sucedida fraude pseudo-científica que já vi em minha longa vida de físico". Pelo fato de milhares se venderem por alguns punhados de dólares, mente-se que somos nós os responsáveis pelo aumento da temperatura no Planeta. Não somos.
É interessante ler a carta que ele escreveu para a Sociedade Americana de Física, quando ele renuncia à comunidade. É interesante ver, também, os títulos que ele possui. Basta pesquisar um pouco e ver que não é um simples senhor que ascendeu do interior e ganhou fama momentânea. Extrapola fronteiras e afirma que um físico viveria de sua produção científica e não receberia alguns milhares de dólares e, hoje, recebe trilhões. Não é irresponsável, por tanto, pois afirma se envergonhar do após sua época. Envereda-se por caminhos árduos, mas confirma que aquilo que se acha irresponsabilidade é, na verdade, a maior verdade de todos os tempos.
Estamos vivendo, acredito eu, sob a época da catástrofe, da irracionalidade e da mesquinhez do homem, que deseja o poder concentrado em suas mãos. Mas já vimos o final desta história antes: Quando o homem quis fazer um arranha-céu, este caiu (na "torre de Babel"). Creio que o mesmo deve acontecer agora, quando o homem tenta se voltar contra o Criador.
Todos os cientistas sabem que há um ciclo climático do Sol, que se altera de tempos em tempos. E, agora, ele se encontra em aclive. O que o homem tem a ver com isso? NADA.
Mas ainda tem gente que acredita que tem...
Com vocês, o físico Hal Lewis.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Isso é de altíssima tecnologia
É uma coisa significante saber que a ciência avança a passos tão largos que, a julgar pelos processos que eles estão criando agora para nos presentear no futuro, em não menos que dois anos teremos aquilo que os mestres da ficção científica estão querendo nos mandar faz tempo. E olha que não é pouca coisa.
Assisti a um programa do Discovery (ou History) sobre esses avanços. E vi, entre outras coisas, a capacidade de invenção deles. Uma delas é sobre falar sem precisar abrir a boca. E qualquer pessoa com quem você queira falar poderá ouvir. Isso, porém, na minha opinião, é uma marca pouco segura para muita coisa.
Para mim, por exemplo, esta invenção não será muito útil. Mas há outras possibilidades que vão me servir bem, caindo como uma luva mesmo!
Assisti a um programa do Discovery (ou History) sobre esses avanços. E vi, entre outras coisas, a capacidade de invenção deles. Uma delas é sobre falar sem precisar abrir a boca. E qualquer pessoa com quem você queira falar poderá ouvir. Isso, porém, na minha opinião, é uma marca pouco segura para muita coisa.
Para mim, por exemplo, esta invenção não será muito útil. Mas há outras possibilidades que vão me servir bem, caindo como uma luva mesmo!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
A Imortalidade do corpo
Hoje eu assisti a um programa que certamente poderia animar a qualquer idoso ou pessoa que tenha por desejo a imortalidade. É que, na falta do que fazer, alguns doutores cientistas americanos estão pesquisando algumas células e suas funcionalidades. A esperança é encontrar uma maneira de revigorar as células, de forma a torná-las jovens eternamente.
A idéia é classica. Desde os tempos mais remotos, o homem pesquisa a imortalidade do corpo, a jovialidade. A idéia de envelhecer e das rugas não satisfaz ninguém. E a resposta parece satisfazer o rumo das pesquisas até aqui. Em um ponto, uma impressora de tecidos. Em outro, o refazer dos órgãos. É uma condição excepcional da matéria que o estudo e a necessidade fazem o homem ir atrás das respostas
Ainda não temos nada concreto. Mas os primeiros sinais de avanço animam os pesquisadores. Afinal, quem não quer viver para sempre?
A idéia é classica. Desde os tempos mais remotos, o homem pesquisa a imortalidade do corpo, a jovialidade. A idéia de envelhecer e das rugas não satisfaz ninguém. E a resposta parece satisfazer o rumo das pesquisas até aqui. Em um ponto, uma impressora de tecidos. Em outro, o refazer dos órgãos. É uma condição excepcional da matéria que o estudo e a necessidade fazem o homem ir atrás das respostas
Ainda não temos nada concreto. Mas os primeiros sinais de avanço animam os pesquisadores. Afinal, quem não quer viver para sempre?
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