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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O que acontece com a natureza?

http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=xrhGBHcPmrE

Li hoje um comentário pertinente sobre minha avaliação acerca do aquecimento global em post anterior a este. Trata-se de um debate que já tinha assistido com o meteorologista Molion. Ele fala que não dá para simplesmente reduzir a emissão de CO² já que os ciclos naturais permaneceriam do mesmo tamanho. As temperaturas do planeta Terra são cíclicas e às vezes tendem a aumentar e outras a diminuir. Para quem não entende, pesquise o histórico climático do planeta (já que elas já foram altas mesmo antes da Revolução Industrial) e saberá que estamos passando por um ciclo de temperaturas mais ameno. Pode ser verdade o que andam espalhando por aí à boca miúda de que alguém quer nos culpar e fazer com que paremos de progredir — e segundo afirmam outros tantos, querem reduzir a população mundial em mais de 5/6.

Não gosto de pensar que isto é uma espécie de realização de profecias bíblicas. Lembrem-se que lá está escrito: "Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras. Não te assustes, pois não é o fim ainda. Tudo isso será o começo das dores". No mesmo livro podemos ler que "haverá em diversos lugares fomes e terremotos". Vocês podem achar isso em Mateus 24.

Com vocês a história que conta Molion

sábado, 16 de maio de 2009

Pesquisa da Unisys mostra que a crise econômica aumenta o temor dos consumidores.

Do Ex-Blog do César Maia
Rio de Janeiro

1. (www.unisyssecurityindex.com). Segundo o Índice de Segurança Unisys, as fraudes com cartões e o roubo de identidades estão entre os maiores preocupações; além disso, houve um aumento de preocupação com a segurança na Internet. Dois terços dos consumidores de todo o mundo acreditam que a atual crise econômica afetou seu risco pessoal de roubo de identidade ou fraudes, de acordo com uma pesquisa conduzida em fevereiro e março pela Unisys Corporation.

2. Também mostra que aumentou o medo de fraudes com cartões bancários e o roubo de identidade. Essas áreas se mantêm no topo da lista de preocupações gerais dos consumidores em todo o mundo. Além disso, a pesquisa detectou um aumento de 10 pontos no medo relacionado à segurança da Internet em todo o mundo; isso incluiu altas quase iguais nas preocupações com transações bancárias e compras pela Internet, além de vírus de computador e spam.

3. Os resultados são enquadrados em uma escala de 0 a 300, onde 300 representa o nível mais elevado de preocupação observado. Mais de 8.500 consumidores da Ásia-Pacífico, Brasil, Europa e EUA responderam à última pesquisa conduzida no final de fevereiro e em março de 2009.

4. Com uma pontuação de 178 no Índice de Segurança Unisys, o Brasil é o país mais preocupado de todos, além de ocupar a primeira ou a segunda posição (atrás da Alemanha) em todas as categorias. "O Índice de Segurança Unisys é um alerta. As empresas precisam adotar uma abordagem mais unificada de segurança e levar em conta as ameaças e tendências comuns a todo o mundo, além da maneira como elas se relacionam em âmbito local, dependendo das condições do mercado".

quarta-feira, 1 de abril de 2009

É primeiro de abril. Mas não é mentira

Hoje é primeiro de abril. Porém, o que parece uma mentira, é a mais pura verdade.

Vocês lembram do post sobre a falta de segurança que assolava os moradores de uma travessa aqui no bairro do Marco, a Barão? Pois é. Ontem, na esquina com a avenida Duque de Caxias, havia uma guarnição ali, guardando um logradouro particular. Isso, porém, parece não resolver o problema da segurança, pois que, por volta da meia noite, uma outra guarnição resolveu aparecer. O detalhe mórbido é: para trafegar pela rua, a viatura precisou ligar as sirenes, como quem avisa: "ei, eu vou passar".

Não se trata nem de desrespeito à lei do silêncio que vigora a partir das 22h, mas de espantar os bandidos para poderem "executar bem" seu trabalho. Ou seja, será que a polícia é paga mesmo para que os cidadãos possam ter segurança? Ou será que eles trabalham para dar segurança ao bandido?

Ultimamente, temos visto a inversão de valores. E não é de hoje. Faz tempo que vemos nas notícias de televisão bandidos tomando conta dos espaços públicos. No Rio de Janeiro, as favelas cariocas já não contam com a proteção do estado. Em muitas regiões metropolitanas, em alguns lugares, os bandidos já dão a última palavra. Conivência do poder público ou as contratações via concurso público estão elegendo pessoas que aceitam receber ordens dos criminosos.

Em Belém, alguns lugares já contam com segurança reforçada: os bandidos chegaram a tal ponto de valentia que usam de fuzis de guerra para controlar o tráfico em suas bocas. A polícia sabe? Bom, se faz a ronda pelas ruas, deve saber. Ali, já pode se tratar já de conivência dos próprios moradores, uma vez que, por darem guarita aos bandidos, contam com a segurança de que outros bandidos não pousarão na área. Ou seja, a polícia já não dá mais segurança. E vez por outra eles se mobilizam para ganharem aumentos.

E com isso as drogas correm soltas. A polícia finge que patrulha e os cidadãos fingem que tem proteção. Nada que se prove de fato. E com isso nada muda nesse país. E olha que temos mais de 4200 novos policiais militares, contratados pela sra. Ana Júlia. Contrata-se mais políciais para termos mais violência.

Para quê gastar dinheiro com segurança se não vemos esse efetivo protegendo o que devem proteger constitucionalmente? Sendo um efetivo militar, eles nem têm direito a questionar ordens superiores. Haja vista que os soldos são baixos, ainda assim há muita gente fazendo concurso para ocupar as vagas disponíveis, um pesadelo filmado em Tropa de Elite.

A segurança do povo está em xeque. Os policiais, não. Quando não podem ganhar um aumento em seus salários, arranjam um jeito de aumentá-lo. E assim, em vez de policiar as ruas, param em carros de cachorro quente e levam boa parte do lucro dos donos, comendo o lanche sem pagar. Não sei se é o caso daquele logradouro da Barão, mas parece ser o caso da João Paulo II, próximo à Humaitá. E, quando o dono do negócio fechar por ali, não haverá mais viaturas pela Avenida.

E assim ainda pagamos mais em impostos do que qualquer benefício que possamos ganhar em troca. Ninguém reclama, pelo fato de ser um governo dito popular, que de popular não tem nada. E a vida segue. Sem mel. Com o fel que sobra...

sexta-feira, 13 de março de 2009

Falta de higiene

A julgar pelo que as imagens falam, nem seria necessário eu publicar nada nesta página aqui. Porém, pelo dever cívico de fiscalizar o que se fazem com o dinheiro dos impostos que eu pago, diga-se de passagem, faço questão de publicar esta nota neste blog. A despeito de ele não ser tão lido assim, quem sabe eu não dou uma de bem-te-vi, não é mesmo, e consigo uma atençãozinha do nosso prefeito Duciomar Costa — ou então da governadora Ana Júlia

Quem trafega ou circula (melhor circula, pois os carros não se sentem incomodados pelo entulho da calçada) pela avenida Gentil Bittencourt, nas imediações do colégio Augusto Meira, na esquina da José Bonifácio, se depara com um monturo de lixo abominável. Trata-se de falta de manutenção da PMB que, no seu dever diário de manter limpa a urbe, foge de sua missão prioritária e aplica as verbas em obras mais vistosas, contribuindo apenas para "inglês ver".

Sabe-se que o Prefeito enfrenta problemas de ordem jurídica na administração municipal, com a finalidade de abrir a Vinte e Cinco, para o fluxo de tráfego em prejuízo dos poucos narcisos que residem pelas imediações. Porém, isso não justifica que a coleta de lixo não passe por aquela área em específico, pois que ali funciona uma Seduc, onde alguns ainda recorrem para apanhar seus respectivos diplomas, encontrando pelo caminho ratos mortos (ou vivos, quem sabe?), restos putrefatos de animais e o produto da sujeira dos seus iguais, além de folhas secas e outros restos. Isso sem contar com o desajuste nas calçadas, o que obriga os pedestres a andar pelo meio-fio, concorrendo para serem atingidos por algum carro que transite pelo horário.

Agora outra coisa que vinga bastante por aquele local é um vasto número de desocupados, que usa a falta de iluminação para apanhar alguns incautos e lhes surrupiar o produto de seu suor diário para que os meliantes, verdadeiros donos da área, possam trocar tais produtos por alguma quantidade de maconha ou cocaína, armas, enfim, alguma bugiganga que possa enfeitar ainda mais o seu arsenal de ameaças contra a população.

Esta reclamação vai endereçada tanto ao prefeito Duciomar Costa quanto à governadora Ana Júlia Carepa. Vocês bem que poderiam verificar in loco a situação do local e providenciar as melhoras que a população tanto reclama...

PS: Ainda não coloquei a foto do crime pela minha completa falta de atenção, pois que não levei a máquina e não pude tirar a foto do local para mostrar a vocês. Mas prometo que isso não tarda para ocorrer. Melhor dizendo, este final de semana. Prometo!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Sensação de insegurança

Estes dias passei por um churrasquinho que fica na Duque, esquina com a Barão, se não me engano, bem em frente à escola do Sesi. Sentei-me para comer um churrasquinho e, antes mesmo que eu pudesse ser atendido, notei um ruido estranho, vindo das redondezas, no que fui acompanhado por todos os que estavam presentes. Era uma tentativa de assalto em uma residência próxima.

O problema é: Até quando precisaremos estar reféns dos meliantes que nos cercam, ora na política, ora nas ruas, atrás de algum descuidista que não perceba que sua carteira foi surrupiada em algum semáforo, ora em algum local, sendo vítima de alguma "bala achada"?

Pelo menos deveriam promover alguma espécie de atualização no sistema de iluminação das ruas, afinal, somos nós que pagamos os impostos para ter mais segurança, saúde e conforto. Depois, mesmo os políticos de hoje serão os cidadãos de amanhã, já despojados da cena política. A menos que tenham fim semelhante a que tem muitos encontram nessa vida...