http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=xrhGBHcPmrE
Li hoje um comentário pertinente sobre minha avaliação acerca do aquecimento global em post anterior a este. Trata-se de um debate que já tinha assistido com o meteorologista Molion. Ele fala que não dá para simplesmente reduzir a emissão de CO² já que os ciclos naturais permaneceriam do mesmo tamanho. As temperaturas do planeta Terra são cíclicas e às vezes tendem a aumentar e outras a diminuir. Para quem não entende, pesquise o histórico climático do planeta (já que elas já foram altas mesmo antes da Revolução Industrial) e saberá que estamos passando por um ciclo de temperaturas mais ameno. Pode ser verdade o que andam espalhando por aí à boca miúda de que alguém quer nos culpar e fazer com que paremos de progredir — e segundo afirmam outros tantos, querem reduzir a população mundial em mais de 5/6.
Não gosto de pensar que isto é uma espécie de realização de profecias bíblicas. Lembrem-se que lá está escrito: "Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras. Não te assustes, pois não é o fim ainda. Tudo isso será o começo das dores". No mesmo livro podemos ler que "haverá em diversos lugares fomes e terremotos". Vocês podem achar isso em Mateus 24.
Com vocês a história que conta Molion
Mostrando postagens com marcador Mensagens Bíblicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mensagens Bíblicas. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
terça-feira, 28 de abril de 2009
Desata Meus Nós
Volta-Te, Senhor, e livra-me; salva-me por causa do Teu amor leal.
Tenho sido abençoada com três filhos maravilhosos. São crianças inteligentes, ocupadas, e nosso lar nunca é monótono. Uma das alegrias de ter filhos é observá-los crescendo, desenvolvendo- se e aprendendo as coisas por si mesmos. Meu caçula tem 2 anos agora, e uma de suas expressões preferidas é: “Eu faço sozinho!”
Quando minha filha tinha 5 anos de idade, esforçava-se para aprender a amarrar os cadarços dos tênis. Com independência suficiente, queria fazê-lo sozinha – sem ajuda da mamãe, por favor! Às vezes, eu queria interferir e amarrá-los para ela, especialmente quando estávamos com pressa de ir a algum lugar. O que era uma luta para ela seria tão fácil para mim! Um dia, ela trabalhou por mais de 15 minutos calçando os sapatos e depois tentando desemaranhar os cadarços e atá-los. Quanto mais ela se esforçava, mais entrelaçados e cheios de nós eles ficavam. Por fim, admitindo a derrota, ela olhou para mim com seus grandes olhos castanhos e disse suplicante: “Mamãe, desata meus nós!” Meu coração se derreteu! Amo tanto minha menina, e fiquei feliz por desembaraçar os laços e colocar as coisas em ordem outra vez.
Essa experiência simples me levou a considerar meu relacionamento com Deus. Minha natureza independente por vezes me leva a correr adiante e tentar fazer tudo sozinha. Para mim, é fácil me esquecer de reduzir o ritmo e deixar que Deus vá na frente. O que em geral acontece é que bagunço tudo e gasto bastante tempo e energia tentando desatar os nós que fiz da minha vida, porque deixei de entregar tudo a Deus, para começar. Sou muito grata porque, quando procuro lacrimosa meu Pai celeste, Ele sempre responde com amor à minha súplica: “Pai, desata meus nós!”
Lembre-se, hoje, de que o amor de Deus por você é infalível. Ele deseja guiá-la e conduzi-la em cada aspecto de sua existência. Quando a vida se torna difícil, quando as coisas não saem como você planejou, quando você cometeu erros, quando os nós ficam embaralhados, Ele está sempre lá, esperando que você O procure em busca de auxílio. Confie na capacidade dEle de desatar seus nós!
Escrito por Sandra Simanton
Salmo 6:4, NVI.
Tenho sido abençoada com três filhos maravilhosos. São crianças inteligentes, ocupadas, e nosso lar nunca é monótono. Uma das alegrias de ter filhos é observá-los crescendo, desenvolvendo- se e aprendendo as coisas por si mesmos. Meu caçula tem 2 anos agora, e uma de suas expressões preferidas é: “Eu faço sozinho!”
Quando minha filha tinha 5 anos de idade, esforçava-se para aprender a amarrar os cadarços dos tênis. Com independência suficiente, queria fazê-lo sozinha – sem ajuda da mamãe, por favor! Às vezes, eu queria interferir e amarrá-los para ela, especialmente quando estávamos com pressa de ir a algum lugar. O que era uma luta para ela seria tão fácil para mim! Um dia, ela trabalhou por mais de 15 minutos calçando os sapatos e depois tentando desemaranhar os cadarços e atá-los. Quanto mais ela se esforçava, mais entrelaçados e cheios de nós eles ficavam. Por fim, admitindo a derrota, ela olhou para mim com seus grandes olhos castanhos e disse suplicante: “Mamãe, desata meus nós!” Meu coração se derreteu! Amo tanto minha menina, e fiquei feliz por desembaraçar os laços e colocar as coisas em ordem outra vez.
Essa experiência simples me levou a considerar meu relacionamento com Deus. Minha natureza independente por vezes me leva a correr adiante e tentar fazer tudo sozinha. Para mim, é fácil me esquecer de reduzir o ritmo e deixar que Deus vá na frente. O que em geral acontece é que bagunço tudo e gasto bastante tempo e energia tentando desatar os nós que fiz da minha vida, porque deixei de entregar tudo a Deus, para começar. Sou muito grata porque, quando procuro lacrimosa meu Pai celeste, Ele sempre responde com amor à minha súplica: “Pai, desata meus nós!”
Lembre-se, hoje, de que o amor de Deus por você é infalível. Ele deseja guiá-la e conduzi-la em cada aspecto de sua existência. Quando a vida se torna difícil, quando as coisas não saem como você planejou, quando você cometeu erros, quando os nós ficam embaralhados, Ele está sempre lá, esperando que você O procure em busca de auxílio. Confie na capacidade dEle de desatar seus nós!
Escrito por Sandra Simanton
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Em Todas as Ocasiões
E sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês por estarem unidos com Cristo Jesus.
Esse texto de Paulo recomenda que devemos ser agradecidos a Deus.
Interessante é que ele não diz que devemos agradecer por tudo, mas em todas as ocasiões. Talvez estivesse pensando que neste mundo de pecado, sofrimento e dor, não podemos dar graças por tudo. E é verdade. Ficamos doentes, temos dores e sofremos acidentes. Existem catástrofes como furacões, terremotos e incêndios que destroem tudo. Estamos sujeitos à morte. Como dar graças a Deus por essas coisas? Impossível!
Mas Paulo estava consciente de que um filho de Deus pode agradecer ao Senhor apesar das desgraças deste mundo. Léo compreendeu isso. O pastor precisou de muito tempo para fazê-lo entender que podemos agradecer a Deus, não pela doença, mas em estado de doença. Assim como Jó, que levantou os olhos ao céu e disse: “O Senhor deu, o Senhor tirou; louvado seja o Seu nome! (Jó 1:21).
Jó não agradeceu a morte de seus filhos. Mas Ele bendisse o nome de Deus apesar da morte de seus filhos. Jó não se revoltou. Não se rebelou contra Deus. A despeito da dor, ele deu graças.
Muitas pessoas endurecem o coração e se afastam de Deus quando enfrentam dificuldades. Ficam com raiva. É que elas não aprenderam a se relacionar com Deus. Não O conhecem. Querem apenas os benefícios do Senhor, mas nenhum compromisso com Ele. Em vez de ficar com raiva do diabo, que é o único responsável por todo o sofrimento e dor, ficam com ódio de Deus.
Léo sofreu muito quando Tuti foi atropelada. Em um momento, chegou a questionar por que Deus permitira que sua cachorrinha de estimação morresse daquele jeito.
Por pouco não duvidou de Deus. Se não fosse a oração de gratidão, a dúvida teria se desenvolvido em seu coração. Ele reconheceu que, apesar dos espinhos, ainda permanecem as flores.
Você pode viver hoje a sugestão que Paulo deu aos tessalonicenses, de dar graças a Deus em todas as ocasiões. Mesmo que esteja vivendo um dia sombrio e triste, agradeça ao Senhor porque, acima das nuvens, ainda brilha o sol.
1 Tessalonicenses 5:18
Esse texto de Paulo recomenda que devemos ser agradecidos a Deus.
Interessante é que ele não diz que devemos agradecer por tudo, mas em todas as ocasiões. Talvez estivesse pensando que neste mundo de pecado, sofrimento e dor, não podemos dar graças por tudo. E é verdade. Ficamos doentes, temos dores e sofremos acidentes. Existem catástrofes como furacões, terremotos e incêndios que destroem tudo. Estamos sujeitos à morte. Como dar graças a Deus por essas coisas? Impossível!
Mas Paulo estava consciente de que um filho de Deus pode agradecer ao Senhor apesar das desgraças deste mundo. Léo compreendeu isso. O pastor precisou de muito tempo para fazê-lo entender que podemos agradecer a Deus, não pela doença, mas em estado de doença. Assim como Jó, que levantou os olhos ao céu e disse: “O Senhor deu, o Senhor tirou; louvado seja o Seu nome! (Jó 1:21).
Jó não agradeceu a morte de seus filhos. Mas Ele bendisse o nome de Deus apesar da morte de seus filhos. Jó não se revoltou. Não se rebelou contra Deus. A despeito da dor, ele deu graças.
Muitas pessoas endurecem o coração e se afastam de Deus quando enfrentam dificuldades. Ficam com raiva. É que elas não aprenderam a se relacionar com Deus. Não O conhecem. Querem apenas os benefícios do Senhor, mas nenhum compromisso com Ele. Em vez de ficar com raiva do diabo, que é o único responsável por todo o sofrimento e dor, ficam com ódio de Deus.
Léo sofreu muito quando Tuti foi atropelada. Em um momento, chegou a questionar por que Deus permitira que sua cachorrinha de estimação morresse daquele jeito.
Por pouco não duvidou de Deus. Se não fosse a oração de gratidão, a dúvida teria se desenvolvido em seu coração. Ele reconheceu que, apesar dos espinhos, ainda permanecem as flores.
Você pode viver hoje a sugestão que Paulo deu aos tessalonicenses, de dar graças a Deus em todas as ocasiões. Mesmo que esteja vivendo um dia sombrio e triste, agradeça ao Senhor porque, acima das nuvens, ainda brilha o sol.
Inspiração Juvenil 2009.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Crianças Alimentadas com Colher
Reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas. Provérbios 3:6, NVI.
Na minha fase de jovem adulta, tomar decisões sozinha era difícil. Uma das primeiras decisões complicadas veio quando eu tinha uns 23 anos. Eu estava quase terminando a pós-graduação e, no verão anterior, havia conhecido John, um obreiro bíblico. Lembro-me bem do dia em que nos conhecemos. Naquela noite, orei: “Senhor, gostei desse rapaz; mas, por favor, não permitas que ele saiba.”
E ele nunca soube – até chegar o fim do verão. Assim, depois de se aconselhar com seus mentores, ele perguntou se podia me “cortejar”. Como eu voltaria dentro de duas semanas para concluir meu estudos, a decisão ficou mais difícil, porém depois de uma breve hesitação eu disse: “Sim”.
Na equipe daquele verão também havia um jovem pastor, Kim Johnson. Ele convidou John para ser obreiro bíblico na sua igreja, e me convidou para ser educadora na área da saúde. (Ele não sabia que John e eu estávamos namorando.) De volta ao colégio, enfrentei uma tremenda decisão: Aceito essa oferta de trabalho? E se as coisas não derem certo entre nós dois? Como eu trabalharia se John continuasse ali? As perguntas me perturbavam dia e noite. Todas as manhãs, enquanto fazia meu exercício de caminhada pela vizinhança, parava freqüentemente na casa de minha amiga Fran e lamentava meu dilema e as decisões difíceis diante de mim.
Depois de muitos desses encontros, Fran (sem dúvida cansada dos meus lamentos) deu-me uns conselhos de que me lembro até hoje: “O Senhor deseja que cresçamos e deixemos de ser crianças alimentadas com colherinha, esperando que Deus diga tudo o que devemos fazer. Deseja que nos tornemos adultos maduros, dispostos a considerar Suas providências e a tomar a melhor decisão que pudermos, e então dispor-nos a assumir as conseqüências, caso não tenha sido a melhor decisão.”
John e eu nos casamos há 27 anos. Foi a decisão certa para ambos. Agora não mais fico esperando aquela carta manuscrita de Deus, aquele telefonema – ou mesmo um e-mail – para me oferecer a decisão certa numa colherinha. Em vez disso, analiso a orientação de Deus, Suas providências; procuro conselho de amigos dignos de confiança, para juntos tomarmos a melhor decisão possível. E nos dispomos a assumir as conseqüências!
Na minha fase de jovem adulta, tomar decisões sozinha era difícil. Uma das primeiras decisões complicadas veio quando eu tinha uns 23 anos. Eu estava quase terminando a pós-graduação e, no verão anterior, havia conhecido John, um obreiro bíblico. Lembro-me bem do dia em que nos conhecemos. Naquela noite, orei: “Senhor, gostei desse rapaz; mas, por favor, não permitas que ele saiba.”
E ele nunca soube – até chegar o fim do verão. Assim, depois de se aconselhar com seus mentores, ele perguntou se podia me “cortejar”. Como eu voltaria dentro de duas semanas para concluir meu estudos, a decisão ficou mais difícil, porém depois de uma breve hesitação eu disse: “Sim”.
Na equipe daquele verão também havia um jovem pastor, Kim Johnson. Ele convidou John para ser obreiro bíblico na sua igreja, e me convidou para ser educadora na área da saúde. (Ele não sabia que John e eu estávamos namorando.) De volta ao colégio, enfrentei uma tremenda decisão: Aceito essa oferta de trabalho? E se as coisas não derem certo entre nós dois? Como eu trabalharia se John continuasse ali? As perguntas me perturbavam dia e noite. Todas as manhãs, enquanto fazia meu exercício de caminhada pela vizinhança, parava freqüentemente na casa de minha amiga Fran e lamentava meu dilema e as decisões difíceis diante de mim.
Depois de muitos desses encontros, Fran (sem dúvida cansada dos meus lamentos) deu-me uns conselhos de que me lembro até hoje: “O Senhor deseja que cresçamos e deixemos de ser crianças alimentadas com colherinha, esperando que Deus diga tudo o que devemos fazer. Deseja que nos tornemos adultos maduros, dispostos a considerar Suas providências e a tomar a melhor decisão que pudermos, e então dispor-nos a assumir as conseqüências, caso não tenha sido a melhor decisão.”
John e eu nos casamos há 27 anos. Foi a decisão certa para ambos. Agora não mais fico esperando aquela carta manuscrita de Deus, aquele telefonema – ou mesmo um e-mail – para me oferecer a decisão certa numa colherinha. Em vez disso, analiso a orientação de Deus, Suas providências; procuro conselho de amigos dignos de confiança, para juntos tomarmos a melhor decisão possível. E nos dispomos a assumir as conseqüências!
Escrito por Becki Knobloch
Assinar:
Postagens (Atom)