terça-feira, 3 de agosto de 2010
Gato por lebre
A pauta do novo negócio fala em contratações temporárias que se extinguem em um mês após o final das eleições. A aposta é de que o pessoal vota em quem lhe concedeu o poder de ganhar alguns trocados, pagando com o próprio voto por aquele minguado dinheiro nesse curto espaço de tempo. O que dizer do lado dos apenados "pequenos", que transgridem a lei em troca do pão que o diabo amassa? Nada. Porque fazem de maneira impensada, uma vez que quem não respeita lei antes não respeitará, certamente, depois. Mais: como confiar em alguém que só oferece um benefício para um curto espaço de tempo?
Não consigo, sinceramente, aceitar tamanha chacota. Mesmo que pense em tempos difíceis, em que qualquer migalha faz a maior diferença, não passa pela cabeça que um afago destes possa ser tão ou mais benéfico para mim. Ralado mesmo é entender o tamanho do buraco no estomago de quem resolveu aceitar a provocação e ter que pagar o preço da merenda. Ainda que o tempo não compense. Deferências como esta me provocam muito nojo...
Para alguns, é difícil recusar propostas indecentes como esta. Para outros, porém, difícil mesmo é aceitá-las. O duro é o preço a pagar. Conheço gente que quando lhe convém, diz que se arrepende do voto. Mas na hora do aperto, a resposta é padrão: SIM. O que as pessoas não sabem mesmo é que sofrer não é regra. Sofre quem quer ou gosta, por masoquismo ou opção errada, como no voto inconsciente. E por tempo prolongado. Melhor pesar antes se não está levando gato por lebre!!!
terça-feira, 7 de julho de 2009
PMB "quebra" poste de vigilância.
Vejam que não se trata de apenas veso de míope. É dinheiro que um estado falido está perdendo para que uma prefeitura ainda mais covarde vá lá e retire, destruindo patrimônio público. Dai eu pergunto: Prefeito que quebra um bem público não pode ser punido judicialmente com alguma sentença que o fizesse tirar dinheiro do próprio bolso, sem prejuízo do cofre municipal? Eu acho que ninguém está acima de nenhuma lei. Ou seja, mesmo que fosse um magistrado, este deveria pagar pela destruição de um bem público. Afinal, é dinheiro de todos que está indo pelo ralo!
Primeiro, chegou um caminhão no outro dia e quebrou a calçada. Poste no guincho, colocaram no buraco feito na calçada. Algum tempo depois, veio outro caminhão e colocou ali a câmera de vigilância. Funcionou por alguns dias e, depois, chegou um carro e levou a câmera de vigilância. Até ai, tudo bem. Quando foi hoje eu vi o carro quebrando o poste de sustentação. A questão é: Alguns dizem que a câmera é que não funcionava. Mas se foi exatamente isso, porque retiraram o poste, quebrando-o? Se o poste estava no lugar errado, porque permitiram colocá-lo ali, naquele lugar? Mas o problema é que, naquela esquina, existe uma loja da Ortobom, cuja localização fica às margens de uma baixada onde os vândalos mandam e desmandam.
Casualmente, ninguém vai resolver o problema da Ortobom. E, casualmente, ninguém vai resolver o problema da nossa segurança. E, casualmente, ninguém vai resolver o nosso problema da gastança de dinheiro público, dinheiro nosso, suado, que vai sendo jogado fora e que nos custa muito mais que um simples "POSTE". Aproximadamente 40% do nosso salário vai para esses governos nos furtarem e jogarem o dinheiro no mato.
Pobres de nós... No mato sem cachorro... E os políticos jogando fora o nosso dinheiro!!!
sábado, 6 de junho de 2009
Incompetência tira do Estado R$ 5 bi
Embora saibamos que destes tipos de políticos tenhamos exemplos mil, o que move a caçar hoje é a incompetência administrativa da governadora. Manchete do jornal O LIBERAL de hoje fala que perdemos R$ 5 bi em investimentos, metade deles em investimentos privados (aquele com mais qualidade). E o estado do Pará não pode jogar fora esse tipo de investimento, pois já perdemos muito sem contar a copa.
É inconcebível que as pessoas estejam tranquilas em seus habitat's enquanto o nosso dinheiro se esvai pelo ralo da incompetência. Muitos até se refugiam na desculpa de que "o dinheiro não é meu". Ignorantes funcionais que aceitam qualquer coisa, desde que não seja preciso sair do conforto do seu lar. O que fazer com esse tipo de gente? Lamentar, na pior das hipóteses. Implorar, na melhor.
Pense melhor: Se o seu dinheiro vai para capinar uma rua, o que você espera? Que as pessoas que estão fazendo o serviço façam direito. Que façam por merecer. Quando o assunto é dinheiro público (que, diga-se de passagem, vem dos impostos que NÓS pagamos), a intenção e o reforço no controle desse gasto. Se o administrador do nosso dinheiro não gasta bem, então ele deve, de alguma maneira, ser destituído do seu cargo. Aliás, para onde vai o dinheiro que pagamos todos os dias? Sabe quanto já pagamos até a hora em que eu escrevo este post? Pouco mais de 350 bi, se falarmos na União, pouco menos de R$ 2,5 bi, se formos falar em Governo do Pará e pouco mais de 600 milhões se falarmos em Prefeitura de Belém. No total, o brasileiro paga pouco mais de 400 bilhões de reais nos seis primeiros meses do ano. São mais de R$ 2700 por habitante. E esse número poderia ser ainda maior, não fosse a crise econômica...
As pessoas em sua maioria não se importam com o que se fazem de seus pertences. Na maioria das vezes, só votam por estrita obrigação do voto. Sequer lembram em quem votaram nas últimas eleições. Acham que o dever cívico do voto serve unicamente para eleger corruptos ou, na melhor das hipóteses, para eleger mais uma pessoa para ganhar dinheiro em Brasília, ou nas Assembleias, Câmaras e outros órgãos do governo. Trata-se de negligência. E assim vão abrindo espaço para que se lhes tomem suas liberdades, seus direitos, enfim, até a vida, se isso for preciso para o projeto de poder de cada um. Ressalte-se que Hugo Chavez está neste caminho, na Venezuela.
É interessante pensar que o povo não pensa em seu próprio destino, que poderia pagar com a própria vida, dependendo do governo que se assentasse no palácio dos despachos. Pior: mudando a Constituição, poderia muito bem perder tudo. Mas os cegos vivem da caridade de quem o detesta, como diria Cazuza. Caridade de um governo que deixa sobreviver. Eu digo sobreviver como uma palavra diferente que viver, pois uma não implica necessariamente a outra.
Com o quê premiar este povo? O mesmo povo que sofre com o descaso da água transbordando à porte de suas próprias casas, por sua própria atitude de jogar o lixo no canal (sem tirar a culpa do governo, que é de fazer manutenção preventiva nos canais). O mesmo povo que sofre com a falta d'Água na torneira de sua casa por quase um dia inteiro. O mesmo povo que sofre com a agonia da falta de segurança na rua, correndo o risco de ser atingido por alguma "bala perdida". Enfim, o povo que sofre mas nunca reage. Apanha e fica calado, como se nada houvesse a fazer. Assim, poderia qualquer um assumir a cadeira e pronto.
Mas não, o povo não merece o governo que tem. Embora não faça nada contra, o povo paraense merece muito mais do que lhe é servido na mesa do café. Quem enxerga de longe, vê que não há motivos para continuar à mingua. Um estado que se preparava para um salto qualitativo ainda maior, de repente para no tempo... Na época do sufrágio fora descoberta a fraude eleitoral de compra de votos. Mas havia um motivo maior para se preocupar: A Democracia sofreria muito se o governo anterior continuasse. Mas o erro maior foi crer que a mudança de Ana Júlia seria melhor para a Democracia... Edmilson nunca acreditou nisso quando ela era vice dele. Mas o povo do Pará foi levado a acreditar. Foram ludibriados?
Essa é uma conversa que não terá fim. Seria simples questionar: Bastaria ver os lucros que ela prometeu e os prejuízos que perdemos escolhendo ela. Mas será que chegaríamos a uma decisão simples como se propõe a discussão?
Isso vai de cada um. Cada um tem o governo que merece, ainda que este governo seja o seu próprio cérebro.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Nota sobre a governadora:
Eu não queria estar na pele de Ana Júlia.
PS: Como será que anda a Oposição com a notícia de que a governadora irá descansar agora sem chances ou com as chances diminutas de levar a reeleição? Sertá que o PSDB ainda vai perder muito tempo para reagir. Tempo precioso que não se recupera jamais...
Tomara que, pelo menos, alguém tire esses malucos, insanos do poder.
domingo, 31 de maio de 2009
Agora é oficial: Belém está fora!
Bom, os critérios técnicos para a copa vir para cá, apenas um servia para manter a expectativa. O torcedor paraense é mais animado. É mais festivo. É mais interessado. Comparece mais. Porém, o investimento manauara para a copa é mais magestoso. Para se ter uma idéia, São Paulo planeja investir US$ 20 bi. A capital financeira do País investe essa dinheirama toda com recursos próprios e capital privado. A capital manauara, sem nenhuma pompa de capital, nem da Amazônia, investirá algo em torno de 1/5 desse valor, ou seja, US$ 4 bi. Em um mandato, Belém tem como investir esse valor. Mas o erro estava na governadora. Ela não sabe investir. Com o estado parado, não investe nem no pagamento do funcionalismo.
A previsão de gastos do Estado para a Copa, girava em torno de US$ 2 bi. Com algumas obras de infra-estrutura e uma repaginação da área do Mangueirão, Belém não conseguia competir com o Vivaldão, em Manaus. De um estádio velho, surgirá um dos maiores e mais modernos estádios da amazônia. Com o apoio de empresas privadas, Manaus planejava até metrô de superfície. O Pará não planejava nem uma melhoria no Entroncamento. Claro, culpa também do ex-prefeito Edmilson, que impediu um projeto mais moderno, que seria feito pelo ex-governador Almir Gabriel. Aliás, naquela época, estava Ana Júlia como vice prefeita, eleita na chapa de Edmilson. E o alcaide, na época, não se sabe bem o porque, mesmo quando não podia estar presente na administração municipal, repassava o poder ao presidente da Câmara. Ana Júlia seria "incompetente"? Parece que sim, como fica patente agora...
Bom, o projeto de Manaus é muito melhor. Vejam as imagens do estádio Vivaldão, depois de finalizado:
Esta é uma visão diurna do estádio, em fotografia retirada do site skyscrapercity, um fórum de discussões na internet. Lá tem a maioria dos projetos dos estádios aprovados para esta copa. A visão noturna é ainda melhor. Vejam:
Não sei bem o que dizer. Aliás, deixo para vocês a crítica à administração estadual. O que vocês acham: Belém tinha condições de ganhar a copa???
Eu, sinceramente, acho que não. E a decisão da Fifa só ratifica o que eu disse, digo e direi daqui em diante.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
A falência do governo.
Joana, a professora, escreve com a maturidade que falta à seus colegas de profissão, como se dela emanassem todos os desejos do povo, ultimamente tão massacrado pelos políticos que estão gerindo nosso dinheiro. Para ela, como para nós, falta tudo: Ambulância para socorrer, assistência social para tranquilizar, educação para dar a esperança e até polícia para punir quem puxou o gatilho. E falta mesmo. A saúde está em greve. Profissionais labutam a esperança de terceiros sem a dignidade do salário no final do mês e as condições de trabalho como seria justo e direito. A assistência social também entrou na marola do reajuste: Greve! A educação a muito tempo que anda em greve: Professores mal remunerados e mal preparados não sabem ensinar boas maneiras aos alunos, que sofrem a esquisofrenia dos tempos modernos e cometem absurdos, como ceifar a vida de seus colegas por bobagens e outras leviandades. E a polícia... está no rol dos cortes de gastos da administração. Como diz a carta, "Quem poderá nos ajudar?"
Poderíamos esperar pelos legisladores, mas estes falam que o governo não lhes trata de maneira legal. Poderíamos esperar pelo governo, mas este fala que não dispõe de verba. Poderíamos esperar pelas autoridades, mas estas não podem se locomover porque não têm dinheiro para nos proteger. Poderíamos esperar ainda que o povo fizesse sua parte e pedisse o impeachment dos nossos governantes, pelo jeito com que nos tratam. Mas nada disso vale a pena. O povo, covarde, não vai à rua brigar pelo que é seu de direito. Quando muito vai porque alguém oferece dinheirop para que não façam nada contra um ou outro governante. Por impulso político. Muitas vezes, quem deveria dar o exemplo o faz de maneira incorreta, como é o caso de um ex-prefeito. Quando um gestor se põe contra as leis, ele tira o exemplo. Como poderá cobrar quando ele for o timoneiro?
A preocupação que Joana tem com as instituições é tamanha que ela chega a imaginar que poderia chamar o Chapolin Colorado para que lhe ajudasse, porém até ele parece ter pedido férias... O que fazer com tamanho descaso?
Lembro-me agora um caso interessante, atraente até, de um senhor que se diz representante do povo. Para ele, a opinião pública não tem valor nenhum porque eles "sempre se reelegem". Onde está o erro deste cidadão? O que é mesmo a opinião pública? A opinião pública não são os jornais quando muito ela é representada por eles, talvez os únicos a defenderem os "famintos e sedentos da Justiça". A opinião pública são as pessoas que lêem os jornais. Ela é quem dirige, na verdade, uma redação de jornal. É ela que pede as mudanças, que faz as coisas acontecerem. Não o contrário. Não existe diretor de redação sem leitor entusiasmado para defender, para ler o que escreve. Aliás, o que seria mesmo do político sem que houvesse um contribuinte para pagar suas contas? Um cidadão para defender? Ou para lhe furtar o salário "perdido" nos impostos? O que é verdadeiramente um líder? Acho que aquele senhor não sabe disso. Talvez seja um pobre coitado, acamado, moribundo, louco com a doença que acomete uma boa parte (a maior) dos políticos brasileiros, que acreditam ser deles (e não do povo) os seus mandatos. Que acreditam ser deles o dinheiro que recebem no final do mês (e não do povo). Um homem público, aliás, não tem dinheiro. O povo paga os impostos. O povo deveria receber isso em benesses, pelo menos. Se não recebe, cassa-lhe o mandato e o dinheiro deste ou daquele político, incompetente que foi.
Agora não é salutar acreditar que o cidadão não tenha direito apenas porque um político mais desonesto resolveu esganar os serviços da população em prol de seu padrão de vida. Porque o que não pode é o povo pagar muito e não receber nada em troca. Que estado é esse? Está lá, na constituição, que o Estado deve proteger seus cidadãos. Se ele não os protege, que Estado será?
Fico pensando aqui que o povo é mesmo o culpado pelo descaso. Porque tem coragem de colocar lá em cima os homens errados, que não lhe trarão nenhum benefício... Porque os homens públicos são eleitos para isso: trazer benesses ao povo. Se não traz, está ali apenas tirando o sustento. Se o legislador não legisla, está ali tirando o leite de uma criança com fome em uma escola no interior do país. Se não legisla, está lá fechando uma escola porque os professores não recebem salários. Se não legisla, cerra postos de trabalho para o povo. O governante que não governa também tem o mesmo peso sobre as costas. Fecha escolas. Deixa de melhorar estradas. Cerra postos de trabalho... É o trabalho do povo que depende do trabalho dos políticos. É o seu dinheiro que está em jogo quando você compra uma menta. Quando você paga um sanduíche. Quando você compra uma roupa. Quando você vive e quando morre.
Mas sempre há soluções e elas não dependem da espera por Deus. Dependem apenas de bom senso. De eleger pessoas mais capazes, que tenham discernimento, que produzam e não fiquem encostadas no canto apenas confabulando em como roubar melhor. Sim, o ócio é a morada do demônio! E ele sempre apronta as suas... Precisamos de gente séria e honesta. Não do caboclo do interior, que pode ser levado aos péssimos hábitos do viciado, mas do doutor que tem, na honestidade, sua melhor marca. Quem tem na ética seu melhor princípio. Que faz antes de confabular com outros o sucesso de um "desvio". Não apenas mais uma pessoa arrumadinha. Bandidos se vestem bem e não tem boas intenções.
Agora penso na dor da Joana, a professora. Quem a protegerá? Que leis serão usadas para lhe recuperar o filho, surrupiado pelo pai, inconsequente, viciado nos prazeres dos legisladores e governantes, talvez, quando acredita que elas são apenas pedaço de papel escrito por outros tolos. O exemplo que vem de cima não vem mais... Será mesmo que só Deus vai nos proteger...
Mas eis que lembro de uma frase de Cristo nas bem-aventuranças: "Bem aventurado os famintos e sedentos da justiça porque serão saciados". A justiça acaba acontecendo. Por bem ou por mal.
Reso que seja por bem...
Nada de novo no Front
Publicações mais técnicas já davam por certa a escolha da outra capital. Manaus já teve glamour em outras épocas e, com a copa, tem a sua chance de recuperar esse charme. O Teatro Amazonas, palco de uma das mais belas composições alemãs, mostra que a imposição sobre as obras artísticas do nosso estado não tem mais tanta importância nesse tipo de escolha. Para quem não entende partavinas disso, basta olhar em sites da internet mesmo os projetos que estão sendo levados em consideração para que os nossos visinhos levem a competição: Estádios modernos, investimentos em transportes e segurança (o que, aliás, por conta da incompetência administrativa do nosso governo, estão sendo cortados). O que nós temos e que não será nunca menor que o do manauara é a tradição no futebol. Aliás, em se falando em times de futebol, só vamos ver alguma competição depois do nordeste para baixo.
Para a governadora, estar fora da copa deve ser um alívio. Ter que potencializar obras em época de contenção de despesas deve ser duro. Investir não é gastar, como supõem alguns. Investir é enxergar mais além, antever posições, fazer ser a melhor opção para que, no futuro, apanhar o bonde da história e não apenas vê-lo passar. E quem não o faz em tempo útil, pode apenas passar perto do trem e não fazer parte da história. Muitos, por exemplo, dividem a história do Pará em Antes e Depois de Almir Gabriel passar pelo comando do Estado. Hoje a capital do Estado é algo realmente moderno, muito embora não se tenha feito nem metade do que era para ter sido.
Mas agora é tarde. Quem votou no PT esperando mudar alguma coisa na direção do comando do Estado pode se conformar em ter conseguido. Mudamos. Para pior. Hoje a saúde é tudo o que há de desumano, intragável para muitos. Nossa Segurança Pública amarga a corrupção, como no filme "tropa de elite". Não há uma política de desenvolvimento sólida. Apesar de estarmos com bastante dinheiro em caixa, soçobram as atitudes proativas, de vanguarda. Mas não é o que se vê na propaganda. E muitos ainda conseguem ver benesses na falta de segurança e saúde...
Bom, era o que eu tinha para dizer. Prometo ainda voltar ao tema quando sair a decisão oficial da FIFA. Mas não esperem mudanças...
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Mais uma notinha sobre o governo
Teoricamente, com o expediente diferenciado, isso favorece a disseminação de que as pessoas poderiam trabalhar com outras coisas, ganhando mais dinheiro. Pode ser que isso gere apenas um segundo emprego, porém, isso pode significar mais longe a desistência deste empregado em continuar no atual emprego. Tudo depende de quanto tempo vai demorar esta crise administrativa e de quanto tempo vai levar para o cidadão encontrar o segundo. Ainda há uma outra variável: Se esta pessoa está satisfeita com o trabalho atual, referente ao que passa a ganhar no Estado.
Quem quer apostar comigo no prazo? Eu afirmo que entre 6 e 12 meses estaremos recebendo esta notícia... Mais precisamente, não dá.
domingo, 26 de abril de 2009
Vingança por bem ou por mal
Ou o Governo deve ter cuidado com o seu povo.
O que esperar de um governo que não corresponde aos anseios da população? Bom, no filme V de vingança, V conclama os cidadãos para que o vejam deflagrar a guerra contra os opressores, aqueles que, travestidos de roupas de poder, conseguem nos enganar por vastos periodos. Foi assim com o presidente Lula. Está sendo assim com a governadora Ana Júlia. Até quanto continuará desse jeito?
Esperemos que não muito. Apesar de tudo, os que antes dse mostravam a favor do discurso populista do presidente, hoje se veem no momento de renegar seu passado, tendo que fazer cortes aqui e acolá. As pessoas, em virtude disso, se acham no direito de buscar segurança no Estado, pedindo mais e mais recursos para serem gastos. E, vejam só, o Estado não tem mais dinheiro! Ele simplesmente tenta viabilizar um plano, o de fazer o povo pagar menos recebendo menos para isso para poder melhorar a sua aceitação da crise que prospera por ai. E, por outro lado, corta investimentos porque recebeu menos dinheiro e não os dispõe agora para pagar a festa feita anos atrás. A pergunta é: Lá adiante vão aumentar os impostos?
A última pegadinha daqui do Estado é a governadora Ana Júlia que, no afã de ajustar as finanças, acabou por cortar os investimentos de maneira mais pesada. Escolheu a hora errada para brincar de administrar. E agora tem que cortar. Mas claro, não creio que na própria carne. Com a mesma desculpa, acabou com a licensa-prêmio. Tirou benefícios de servidores. Isso sem contar que a gestora municipal não cumpre os mandados de reintegração de posse expedidos pelos tribunais legalmente constituídos. E com isso, corre o risco de sofrer Impeachment.
Onde entra mesmo o vídeo postado acima? Simples. Quando um governo apenas faz questão de tentar amordaçar o seu povo, deveria lembrar-se de que o povo tem os instrumentos de sacrificar os governos. E alguns tem ainda o poder da arguição, levando os outros a inquirir seus governantes, colocando-os contra a parede e mostrando que quem manda mesmo é o povo.
Porém, vale sempre a pena rever as imagens. Vale a pena, também, rever os últimos fatos ocorridos por conta do MST no interior do estado. Onde os bandidos mandam mais do que as pessoas de bem, isso deveria servir de alerta. Tanto para o governo, para que deixe de enganar o seu povo, quanto para o próprio povo, para que deixe de acreditar piamente em seu governo. Até porque é ele quem sofre no final das contas.
Sugiro que vocês assistam com bons olhos ao vídeo acima, prestando atenção e colocando, sob suspeita seus governos, exclusivamente. Afinal, este é um post sobre política e não sobre religião. Questionem sempre, pois quem tem a chave do cofre tem a necessidade de mentir. E, mentindo, pode tudo.
Eu sempre questiono. Mesmo quem for do mesmo partido em que acredito. Afinal, como homens e imperfeitos que somos, estamos fadados a errar. Uns mais que outros. E, pela nossa própria imperfeição, somos nós egoístas e queremos tudo para nós mesmos. O problema maior é quando esse egoismo supera a barreira do aceitável, como parece ser o caso da Governadora em Exercício, Ana Júlia Carepa.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Falta de higiene
Quem trafega ou circula (melhor circula, pois os carros não se sentem incomodados pelo entulho da calçada) pela avenida Gentil Bittencourt, nas imediações do colégio Augusto Meira, na esquina da José Bonifácio, se depara com um monturo de lixo abominável. Trata-se de falta de manutenção da PMB que, no seu dever diário de manter limpa a urbe, foge de sua missão prioritária e aplica as verbas em obras mais vistosas, contribuindo apenas para "inglês ver".
Sabe-se que o Prefeito enfrenta problemas de ordem jurídica na administração municipal, com a finalidade de abrir a Vinte e Cinco, para o fluxo de tráfego em prejuízo dos poucos narcisos que residem pelas imediações. Porém, isso não justifica que a coleta de lixo não passe por aquela área em específico, pois que ali funciona uma Seduc, onde alguns ainda recorrem para apanhar seus respectivos diplomas, encontrando pelo caminho ratos mortos (ou vivos, quem sabe?), restos putrefatos de animais e o produto da sujeira dos seus iguais, além de folhas secas e outros restos. Isso sem contar com o desajuste nas calçadas, o que obriga os pedestres a andar pelo meio-fio, concorrendo para serem atingidos por algum carro que transite pelo horário.
Agora outra coisa que vinga bastante por aquele local é um vasto número de desocupados, que usa a falta de iluminação para apanhar alguns incautos e lhes surrupiar o produto de seu suor diário para que os meliantes, verdadeiros donos da área, possam trocar tais produtos por alguma quantidade de maconha ou cocaína, armas, enfim, alguma bugiganga que possa enfeitar ainda mais o seu arsenal de ameaças contra a população.
Esta reclamação vai endereçada tanto ao prefeito Duciomar Costa quanto à governadora Ana Júlia Carepa. Vocês bem que poderiam verificar in loco a situação do local e providenciar as melhoras que a população tanto reclama...
PS: Ainda não coloquei a foto do crime pela minha completa falta de atenção, pois que não levei a máquina e não pude tirar a foto do local para mostrar a vocês. Mas prometo que isso não tarda para ocorrer. Melhor dizendo, este final de semana. Prometo!

