No Rio de Janeiro, a área que vai abrigar o projeto contempla o seu uso em água potável. Isto é, caso você venha a consumir este líquido, é quase certo que você tenha óbito poucas horas depois. Logo, esta postagem de agora é mais um protetivo e um alerta aos paraenses sobre tal medicamento.
Cabe lembrar que a mensagem abaixo foi levemente modificada, de forma a remover as caixas altas presentes no documento original. Caso queiram certificar-se disso, obtenham a assinatura do Ex-Blog do César Maia ou então solicitem a postagem original enviando seus e-mails para este poster através do e-mail thalesbruno@yahoo.com.br. Terei prazer em encaminhar-lhes a postagem original, sem edição.
Com vocês, a nova ameaça:
A prefeitura do Rio está treinando servidores para trabalhar com novo larvicida para o combate a dengue chamado de diflubenzuron.
Este larvicida nunca foi utilizado no mundo para o combate a nenhum tipo de praga nas áreas urbanizadas. Também nunca foi utilizado em água potável — no Rio será. Não há autorização para se usar em área urbana, pois seu uso é restrito à agricultura.
Não há estudos sobre os males causados no caso do consumo deste produto, mecanismos de toxicidade em humanos são desconhecidos.
Ao contrário, o publicado no diário oficial do dia 27 de outubro de 2009, na bula do produto pela classificação da Anvisa:
Classificação Toxicológica: I - Extremamente Tóxico.
Classificação do potencial de Periculosidade Ambiental.
No informe da Anvisa: "O intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas é de 24h." Se o produto é tão perigoso a ponto de o intervalo de reentrada da área tratada ser de 24 horas, como então poderá ser utilizado em áreas urbanas e em casas?
No rótulo há uma enorme caveira que é o símbolo universal do perigo do risco de morte.