PAULO BROSSARD, EX-MINISTRO DO STF, ACUSA LULA DE CRIME
DE RESPONSABILIADE SOBRE O CASO ITAIPU. TRECHOS!
1. "A proposta do presidente da República foi entregue ao governo paraguaio pelo nosso embaixador em Assunção e, segundo o governo, dispensaria ser submetida a exame do Congresso. Ocorre que o presidente se permitiu alterar cláusula do Tratado, quando este, entrando em vigor, se incorporou ao acervo legislativo do país. É lei. No caso, há uma particularidade extremamente grave.
2. Ao oferecer o que ofereceu a D. Lugo, o presidente Luiz Inácio pretendeu doar o que lhe não pertence, mas ao Brasil, e pretendeu dispor de cláusulas de um Tratado que, ratificado e promulgado, passou a fazer parte do direito positivo nacional, que o presidente não pode revogar a seu arbítrio; configura o que se chama “CRIME DE RESPONSABILIDADE”.
3. O presidente não pode fazer o que fez. Assim procedendo igualou o Brasil a países em que a ordem legal não tem qualquer valor. A posição do Brasil ficou debilitada. E o que é mais escabroso, porque quebrou a fé de um contrato. É um mau passo."
Deste poster: É caso para o impedimento do Presidente. BASTA! O caminho a se tomar seria o mesmo que tomou nosso visinho, Honduras: A deposição do presidente. Ele não pode mais ocupar o cargo que ocupa desse jeito, rindo-se de nossas leis. Se ele não der o exemplo, amanhã ninguém mais vai respeitar a constituição!!!
IMPEACHMENT PARA LULA JÁ!
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Professor do crime atrás das grades.

Esta é a foto do dia: Foi preso o criminoso acusado de lecionar az única coisa que parece saber - e bem - a seu filho e sobrinha, ambos jovens menores de 5 anos de idade. Ele estava foragido faz tempo. Esta é a foto da prisão do meliante. Desculpem os amigos: Não tenho o copyright. Mas o publico no mesmo espaço tão logo o tenha.
terça-feira, 31 de março de 2009
Eliana Tranchesi: O poder da PF
Esta semana chamou a atenção - e este blog dá os parabéns à sua equipe de editorialistas - da imprensa editorial da Revista Veja, falando a respeito da prisão de Eliana Tranchesi. É certo que a empresária tem algumas pendências com a Receita Federal, porém, quantos políticos também não tem suas pendências com o governo? Talvez alguns devam ainda mais que a empresária paulista...
O interessante é ver que os brasileiros pagam bilhões de reais em impostos para o governo apenas fingir que nos devolve uma parte dele. Tem senador pagando salário de empregada doméstica pelo governo (a empregada nem deve saber que recebe o dinheiro, eu acho), paga mulher e filho, lotados em outro gabinete para frustrar a súmula vinculante do STF, que fala sobre nepotismo, recebe outros gordos recursos para pagar carros, à disposição dos "marajás" do congresso... Enfim, fazendo toda sorte de crime do colarinho branco que, não fosse a imprensa, não saberíamos nunca, talvez.
Precisamos é de um diretor de polícia que seja corajoso e isento, que saiba que os limites da investigação não devem ser apenas o do dinheiro privado, que não chega às mãos do governo, mas também o público, que se esvai pelo ralo da corrupção ativa e passiva, tanto no congresso quanto no Alvorada e na esplanada dos ministérios. Nas autarquias, onde correm soltas as negociatas. Nas secretarias, onde as conversas incluem nomes do alto escalão do governo...
Eu creio que, nesse caso, haveria de se criar uma lei que excluísse do controle do governo a PF, ligando-a ao STF, por exemplo. Uma lei tão forte que resistisse a governos e revoluções, caso elas acontecessem (ao meu ver, elas não tardam).
Como bem assinalou o editor de Veja, se a PF dispensasse o mesmo remédio que dispensa ao privado para o poder público, talvez tivessemos menos corrupção e o remédio para essa crise que nos assola não fosse tão amargo quanto o é. Talvez fossemos mais ricos. E mais felizes.
O interessante é ver que os brasileiros pagam bilhões de reais em impostos para o governo apenas fingir que nos devolve uma parte dele. Tem senador pagando salário de empregada doméstica pelo governo (a empregada nem deve saber que recebe o dinheiro, eu acho), paga mulher e filho, lotados em outro gabinete para frustrar a súmula vinculante do STF, que fala sobre nepotismo, recebe outros gordos recursos para pagar carros, à disposição dos "marajás" do congresso... Enfim, fazendo toda sorte de crime do colarinho branco que, não fosse a imprensa, não saberíamos nunca, talvez.
Precisamos é de um diretor de polícia que seja corajoso e isento, que saiba que os limites da investigação não devem ser apenas o do dinheiro privado, que não chega às mãos do governo, mas também o público, que se esvai pelo ralo da corrupção ativa e passiva, tanto no congresso quanto no Alvorada e na esplanada dos ministérios. Nas autarquias, onde correm soltas as negociatas. Nas secretarias, onde as conversas incluem nomes do alto escalão do governo...
Eu creio que, nesse caso, haveria de se criar uma lei que excluísse do controle do governo a PF, ligando-a ao STF, por exemplo. Uma lei tão forte que resistisse a governos e revoluções, caso elas acontecessem (ao meu ver, elas não tardam).
Como bem assinalou o editor de Veja, se a PF dispensasse o mesmo remédio que dispensa ao privado para o poder público, talvez tivessemos menos corrupção e o remédio para essa crise que nos assola não fosse tão amargo quanto o é. Talvez fossemos mais ricos. E mais felizes.
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